Origem

 

  

                    

                                               (Vagens de feijão)

 

        Apenas recentemente foi solucionado o mistério da origem do feijoeiro comum. Haviam algumas hipóteses concorrentes sobre a sua origem, como sendo na América do Norte, na América Central ou na América do Sul.

        No início de 2012, cientistas italianos do Conselho de Pesquisa Agrícola da Itália, analisaram o DNA de mais de 100 variedades diferentes de feijão selvagem, obtidas no México, na América Central e nos Andes. Devido a diversidade dez vezes maior entre as linhagens mexicanas e as andinas, o estudo apontou para o México como centro de origem da planta. De lá espalhou-se para a América Central, os Andes e, finalmente, para o Brasil.

        No Brasil, além dos feijões comuns terem migrado do México e dos Andes, posteriormente, foram também trazidas sementes deles por imigrantes europeus.

        Finalmente, para completer a riqueza feijoeira brasileira, vieram os feijões do gênero Vigna.

        Inicialmente, o feijão-caupi, Vigna unguiculata, originário da África, foi introduzido na Bahia no século XVI, por colonizadores portugueses. De lá, espalhou-se principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

        E, mais recentemente, colonos japoneses introduziram no país a variedade azuki da espécie Vigna angularis.